Desafio de foto: Path

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Nathan Sawaya é o artista que cria sua obra através de peças de Lego. Este ano ele expôs sua obra na exposição Art of The Brick, na Oca do Parque do Ibirapuera. Eu visitei a exposição no fim de Outubro quando vi e gostei particularmente desta obra.

O caminho que escolhi – “Path“, tema do desafio de foto desta semana – é o do autoconhecimento, justamente o que Stairway representa.

A escultura foi construída utilizando mais de quatro mil e setecentas peças de LEGO® recicladas que foram doadas. Tem 97cm de altura, 102cm de largura e 38cm de profundidade.

“Como membros da raça humana, percorremos o mundo em busca de oportunidades. Oportunidades para sermos felizes, para termos sucesso. Mas frequentemente descobrimos que essas oportunidades não estão no mundo exterior, mas dentro de nós mesmos.”

Nathan Sawaya

via Desafio de foto: Path

Bom dia!

ou também:
“Amedrontado ou Indiferente? Diante das notícias, qual deles é você ?”

Ontem o jornal matinal anunciou uma notícia bizarra que me fez lembrar do texto abaixo, que escrevi em Julho de 2014. A notícia era criança de quatro anos cai do vigésimo andar num prédio em Interlagos. Segue o texto:

“Bom dia! Encontrada na China numa tubulação de esgoto uma criança recém nascida, veja imagens!”

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Difícil manter o nível mas…

Depois que se começa a escrita não é difícil encontrar-se em situações de bloqueio. De repente você simplesmente não publica mais, e o bloqueio vai se tornando uma bola de neve, cada vez maior. Cheguei a procurar no Google e aí descobri que isso não acontece só comigo, quase todo mundo passa por uma situação assim e este negócio se chama “bloqueio criativo”, ou writer’s block, em inglês.

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Transformando sonhos em realidade: saltei de paraquedas!

Um sonho de infância foi realizado!

O sonho é tão antigo que nem lembro desde quando eu tenho vontade de saltar de paraquedas… Talvez desde bem pequeno, de criança, vendo na televisão já tivesse sido influenciado a experimentar este esporte.

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Caçadores de Emoções (Point Break)

Uma influência específica eu lembro de ter alimentado este imaginário que acabou se tornando realidade no último fim de semana: o filme do Keanu Reeves e Patrick Swayze, “Caçadores de Emoções”, de 1991, onde o Reeves era um agente do FBI investigando uma gangue de assaltantes de bancos, composta por surfistas que praticavam também outros esportes radicais. O Reeves se infiltra na gangue e acaba fazendo amizade com os assaltantes, praticando todos estes esportes inclusive. O filme é recheado de cenas de ação, com algumas cenas dos personagens praticando paraquedismo, com uma cena memorável dos comparsas da gangue realizando uma troca de paraquedas entre si para deixarem o Reeves na dúvida se o paraquedas dele estava sendo sabotado ou não. Na época o filme foi sucesso de bilheteria, no IMDB classificado com nota 7,2 mas nas minhas lembranças de infância foi nota dez. Não quero nem ver o filme de novo para não estragar a percepção nostálgica que tenho dele.

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Já deu hoje?

ou Sobre Vencer o Hábito da Acumulação

Todo mundo tem alguma tralha que guarda e não usa. Alguns em maiores proporções que outros. Eu sou do tipo que guarda muita tralha, ou era. Todo mundo sabe o que é tralha: algum objeto que já foi de uso providencial e hoje não tem mais utilidade. Não pelo desgaste, mas é que hoje você não tem mais necessidade dele, e alguém certamente se beneficiaria do seu uso.

Comigo não, até pouco tempo atrás eu guardava quase tudo. Até camisa velha da época de faculdade eu guardava, rasgada, pelo sentimento de não querer que a memória fosse embora eu me apegava ao trapo rasgado. Quem guarda pensa que um dia aquilo pode ser de grande valia, um dia você acaba precisando e descobre que pode fazer bom uso daquela tralha que está ali no seu armário de bagunça. Só quem tem o espírito acumulador pode entender esta afirmação. Eu tenho, estou tentando apaziguar esta minha característica, mas eu conheço os motivos para se guardar objetos que todo mundo acha (ou melhor, tem certeza) que você não vai usar. Um dia você usa.

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O Blog está ganhando vida

ou A vida que as coisas ganham uma vez que se dá palavras a elas

A volta ao processo de escrita para o blog me faz praticar de forma mais estruturada e retomar o hábito de escrever. E não é que eu acabo me impressionando com as ideias e assuntos que surgem durante este processo!?
Eu tinha medo no início de não ter assunto para abordar – e até por isso receava começar a escrever – mas agora me vejo numa lista de assuntos crescente, dando corpo ao que virá a ser o blog. É que no que se desenvolve um assunto algumas conexões vão se fazendo na construção do texto que são terreno fértil para assuntos futuros. Digo isso por que já no segundo post mesmo (Lápis versus Caneta versus Teclado, quando falei sobre as maneiras de escrever) fiz um link com um assunto que eu gosto, mas que não era necessariamente tema da publicação – falei sobre sonhos. Vai ser abordado futuramente, com certeza.
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Apresentando Eu Mesmo

Terceiro posto do blog e conforme combinado é hora de me apresentar. Esta publicação deveria ter saído há alguns dias atrás para respeitar a frequência semanal de atualização, mas ê coisa difícil falar de si mesmo e apresentar-se num texto né!?

Divaguei em alguns textos no caderno sobre este desafio e nada melhor que começar pelo início. Nascido aos trinta minutos do dia vinte e dois de Agosto de 1981. Filho da Elsa e o Carlos Alberto. Neto da Palmyra e José Luiz, Odaléa e Hamilton. Depois de mim vieram duas irmãs, Bia e Amanda, as quais o filho mais velho precisa ser exemplo.

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Eu no colo da minha mãe, Amanda no colo do meu pai, Bia do lado

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Lápis versus Caneta versus Teclado

Durante a semana que passou escolhi dois temas possíveis que eu poderia escrever no segundo post do blog: uma apresentação pessoal do tipo “Quem é o Leo Wanderley” e outro mantendo o tema #escrever, com o título aí de cima. Até quinze minutos antes de começar a escrever eu já tinha o tema da apresentação pessoal decidido quando resolvi mudar para o outro.

Acontece que o fato de escrever um blog me fez chegar a conclusão que, dentre outras características, esta atividade tem aspectos bastante narcisistas. Continuar lendo Lápis versus Caneta versus Teclado

Escrever – Começando…

Desde a época da escola as aulas de redação eram daquelas que eu mais gostava, depois de Matemática e Física, é claro. A produção de texto me brilhava os olhos e nunca era uma tarefa automática, sempre me passava por um desafio de trabalhar o tema na minha cabeça, sem produção escrita nenhuma nos primeiros cinco a dez minutos depois que a professora dava o tema até que o texto era vomitado da minha cabeça para o papel!

Acontece que eu vim a fazer Engenharia na faculdade e a produção de texto me foi tolhida e resumida aos relatórios técnicos de Física e Química, sem mais exercício deste pedaço do cérebro que eu gostava e que, antagonicamente, acabou sendo um dos principais motivos de eu ter entrado para a faculdade: eu fiz a primeira edição do ENEM em 1998, a nota era uma média entre as matérias ‘normais’ com a redação. Nas matérias ‘normais’ eu tirei setenta e cinco – em cem – enquanto na redação eu gabaritei, tirando cem em cem! Média maior que oitenta e sete e minha classificação para a turma C da PUC, a segunda turma de melhores alunos fora da turma especial. Justo eu!?

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Sobre o que vamos escrever hoje?